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Synapse Fundos

O gestor fazo que a carta diz?

Aponte o fundo para a pasta onde o custodiante deposita o extrato e o gestor deposita a carta. A carteira é conferida antes de qualquer leitura, o que a carta afirma é confrontado com o que as posições mostram, pergunta a pergunta, e o relatório vai para o comitê. A IA interpreta; ela não calcula: todo número vem do extrato ou de uma fonte pública nomeada.

  • Nada é publicado sem a sua aprovação
  • Nenhuma conclusão sem a evidência do lado

Da carteira à carta do gestor, em um vídeo curto.

Dois arquivos que viram análise, a conta que fecha antes da leitura, o confronto pergunta a pergunta e o relatório que só sai com a sua aprovação.

Assistir · 1min22 · 35 s
Visão ilustrativa do produto, com dados de exemplo. As legendas estão na imagem.
Ler o que o vídeo mostra
  1. Análise de Fundos: a carteira contra a carta. Envie a carteira do fundo em XML e a carta do gestor: o Synapse confere o patrimônio.
  2. O gestor faz o que a carta diz? Carta × carteira, pergunta a pergunta.
  3. Dois arquivos e a análise começa. Carteira do fundo em XML e Carta do gestor.
  4. Todo mês, sem ninguém lembrar. Com Manter atualizado, o arquivo novo vira análise.
  5. Antes de ler, a conta precisa fechar. Patrimônio declarado × soma das posições: PL confere.
  6. Um time de agentes, etapa por etapa. Da ingestão à supervisão, cada etapa inspecionável.
  7. A IA interpreta. Ela não calcula. Como este número é feito: arquivo, regras ou IA.
  8. O que a carta diz, o que a carteira mostra. Confronto pergunta a pergunta, com as duas evidências.
  9. Um score que diz o quanto cobre. Score sobre 88% do questionário. Sem resposta, fica fora.
  10. Três cenários, uma síntese. Pessimista, Realista e Otimista, com pesos ajustáveis.
  11. Você aprova. O comitê recebe. Aprovar e publicar libera o relatório de nove páginas.
  12. O que o gestor diz. O que a carteira mostra. Conheça o Synapse.

A véspera do comitê, de dois jeitos.

Arraste a linha e veja a diferença entre remontar o material à mão e fazer a pergunta com as duas evidências na tela.

Mais fundos analisados, sem multiplicar analistas

O módulo Fundos reconcilia a carteira e a carta do gestor, aponta as divergências e deixa as perguntas prontas para o analista revisar — a IA interpreta; ela não calcula. Nada publica sem o seu aval.

Dois arquivos, a análise começa

Carteira do fundo em XML e carta do gestor: com os dois, a análise começa — sem planilha intermediária.

Atualiza sozinho, todo mês

Com "Manter atualizado", o arquivo novo de cada mês vira análise — sem ninguém precisar lembrar.

A conta fecha antes

Antes de ler, o PL confere: patrimônio declarado × soma das posições. Se não bate, a tela diz.

Carta × carteira

Confronto pergunta a pergunta entre o que a carta diz e o que a carteira mostra, com as duas evidências lado a lado.

Como o número é feito

Cada número mostra como foi feito: do arquivo, de uma regra ou da IA. A IA interpreta; ela não calcula.

Você aprova, o comitê recebe

Aprovar e publicar libera o relatório de nove páginas para o comitê — nada sai sem o seu aval.

Do arquivo do custodiante à pergunta que o comitê faz ao gestor.

Cada passo acontece numa tela que você vai encontrar depois do cadastro, com o mesmo nome que ela tem no menu.

Análise de Fundos

A pasta onde o mês chega

Aponte o fundo para a pasta da Base de Conhecimento onde o custodiante deposita o extrato e o gestor deposita a carta. Quando o arquivo do mês aparece, ele é reconhecido e a análise roda sozinha. Quem decide o que é cada coisa é o próprio arquivo.

  • Extrato em layout ANBIMA 4.01 e em XML 5.0 do padrão ISO 20022, sem converter nada antes
  • Carta do gestor em PDF, DOCX, TXT e Markdown, pela mesma porta
  • Se quem ligou o acompanhamento perder o acesso à pasta, a fonte aparece como inacessível em vez de parar em silêncio
Análise de Fundos

A carteira é conferida antes de ser lida

O patrimônio declarado no arquivo é conferido contra a soma das posições que ele lista. São dois caminhos independentes para o mesmo número, e a análise só segue com eles reconciliados.

  • Extrato que não fecha fica marcado como não conferido, com a divergência impressa
  • A divergência vira alerta na análise, em vez de sumir dentro de uma média
  • A tolerância é um parâmetro seu, e cada análise guarda a configuração que valia quando rodou
Análise de Fundos

A conta, e não só o resultado

As outras abas mostram o agregado; Linhas de risco mostra a aritmética. Cada posição aparece com o prazo, a taxa usada e o risco de juros que saiu dela, agrupada por balde de prazo, com a duration e o valor multiplicado à vista para você refazer a conta à mão.

  • Duration, valor multiplicado e fator de desconto impressos debaixo de cada linha
  • Taxa vinda da reserva, e não da curva coletada, aparece marcada como premissa
  • A faixa de reconciliação soma as linhas por dois caminhos e diz em vermelho quando eles discordam
Análise de Fundos

Cada indicador público, com a procedência

A tela de dados de mercado mostra as séries que a análise consulta e de onde cada uma veio. Fonte que respondeu por inteiro lê diferente de fonte que faltou, e a segunda não é apresentada como a primeira.

  • BACEN, CVM, Tesouro Transparente e IBGE, cada um com o coletor e a data da observação
  • A curva de juros da ANBIMA entra sem credencial; o feed de índices é contratado e espera a sua
  • Coleta parcial é dita: o relatório registra qual fonte faltou e quanto dela faltou
Análise de Fundos

O que a carta diz, contra o que a carteira mostra

O roteiro já vem pronto e é seu: as perguntas, o peso de cada uma e as faixas são configuráveis. Cada linha traz o veredito e as duas evidências, o trecho citado da carta de um lado e o número calculado da carteira do outro.

  • Quatro vereditos possíveis: confirma, parcial, contradiz e sem evidência
  • Pergunta que a carta não responde fica fora do denominador, e a cobertura vem impressa ao lado do número
  • O score é um convite a olhar, nunca um veredito sobre o fundo
Análise de Fundos

Ninguém publica sozinho

A análise termina aguardando a sua aprovação. Enquanto ninguém aprova, o documento fica carimbado como rascunho; quem revisa devolve uma etapa com o motivo, e o motivo fica junto da análise para a próxima rodada ler.

  • Relatório, alertas e perguntas ao gestor só existem depois do aval de uma pessoa
  • Relatório de nove páginas no idioma do leitor, com a identidade visual do seu escritório
  • Nada fica arquivado: o relatório é montado da base viva do fundo toda vez que é aberto

Do primeiro extrato ao primeiro relatório aprovado.

  1. 1

    Aponte a pasta

    A pasta onde o custodiante deposita o extrato e o gestor deposita a carta. Ou arraste os dois arquivos do mês, se preferir começar por um fundo só.

  2. 2

    A carteira é conferida

    O patrimônio declarado é batido contra a soma das posições antes de qualquer leitura, e o que não fecha aparece marcado em vez de entrar calado.

  3. 3

    Você aprova

    Leia o confronto pergunta a pergunta, devolva com o motivo se algo não convenceu, e publique o relatório para o comitê quando convencer.

Uma porta, comprada por inteiro.

A edição para gestoras e alocadores traz a análise de fundos e o que vem junto em todas as portas: chat, projetos, base de conhecimento e o contexto do negócio.

Sem fidelidade. Cancele quando quiser e continue usando até o fim do período pago.

Por que um comitê pode levar isto para a mesa.

  • A IA interpreta; ela não calculaTodo número vem do extrato ou de uma fonte pública nomeada. Os agentes recebem os números prontos e escrevem a leitura; nunca derivam, estimam nem arredondam de novo uma cifra. Número que não existe é reportado como indisponível, não preenchido.
  • Coleta parcial é dita, não suavizadaQuando uma fonte falha, o relatório diz qual e quanto faltou, em vez de apresentar o resto como se fosse o todo.
  • Ninguém publica sozinhoRelatório, alertas e perguntas ao gestor esperam o aval de uma pessoa. Quem revisa devolve com o motivo, e o motivo fica junto da análise.
  • Score não apurado não é score zeroPergunta que a carta não responde sai do denominador, e quando nada pôde ser respondido a plataforma mostra um traço em todas as telas. O score mede se a carta e a carteira dizem a mesma coisa, e não a qualidade do fundo.

Na TVA Bluey, empresa por trás do Synapse, no TECH SC da Globo NSC, na reportagem sobre planejamento financeiro e longevidade em que aparece o caso da ElosVer a Bluey no TECH SC, da Globo, sobre planejamento financeiro e longevidade, a partir de 5:50

O nome e o contexto foram liberados pela Elos, e os números não: cobertura, horas de analista e qualquer medida de resultado não aparecem aqui nem em nenhuma outra página do site.

O que um comitê pergunta antes de adotar.

Em que formato o extrato precisa estar?

Nos dois que o mercado usa hoje: o layout ANBIMA 4.01 e o XML 5.0 do padrão ISO 20022. A carta do gestor entra em PDF, DOCX, TXT ou Markdown. Não é preciso converter nada antes, e os dois entram pela mesma porta.

E se o extrato não fechar?

O patrimônio declarado no arquivo é conferido contra a soma das posições antes de qualquer leitura. Se a diferença passa da sua tolerância, o extrato fica marcado como não conferido, a divergência é impressa e vira alerta na análise, em vez de entrar calada na conta.

O score diz se o fundo é bom?

Não. Ele mede uma coisa só: se o que a carta afirma e o que a carteira mostra dizem a mesma coisa. Não é nota de qualidade, não é veredito e não é recomendação de investimento. A mesma carteira e a mesma carta, lidas duas vezes, nem sempre produzem os mesmos vereditos, e é exatamente por isso que cada conclusão vem com a evidência dos dois lados para você conferir.

E quando a carta não responde a pergunta?

A pergunta fica fora do denominador, e a cobertura vem impressa ao lado do número para qualificar o que ele cobre. Quando nada pôde ser respondido, porque a carta está ausente ou silenciosa em todos os temas, a plataforma mostra um traço e a marca de score não apurado no dossiê, na lista, no histórico e no relatório.

De onde vêm os dados públicos?

De BACEN, CVM, ANBIMA, Tesouro Transparente e IBGE, e a tela mostra qual coletor trouxe cada número e a data da observação. A estrutura a termo de juros da ANBIMA entra sem credencial; o feed de índices é uma fonte contratada e fica pendente até você configurar a sua própria credencial.

Preciso lembrar de subir arquivo todo mês?

Não, se você apontar o fundo para a pasta onde o extrato e a carta chegam. Quando o arquivo do mês aparece ali, ele é reconhecido e a análise roda sozinha. O acompanhamento enxerga com os olhos de quem o ligou: se essa pessoa perder o acesso à pasta, a fonte aparece como inacessível em vez de parar em silêncio.

Dá para apontar o fundo para uma tabela do Data Lake?

Ela pode ser acompanhada, mas hoje só é detectada: ninguém declarou qual coluna é o ativo, qual é a quantidade e qual é o preço, então ela não vira carteira. A varredura diz isso em vez de ficar calada. Pasta da Base de Conhecimento funciona inteira.

Vocês auditam as despesas do fundo?

Não. Os custos que aparecem são os que o próprio extrato provisiona, e não uma auditoria de despesas. A página de patrimônio e custos relata o patrimônio e o que ele custou; ela não decompõe a variação em causas.

Quem decide as perguntas, os pesos e as faixas?

Você. O roteiro já vem ligado de fábrica e tudo nele é configurável: as perguntas, o peso de cada uma, o valor de cada veredito e as faixas do score. Quem configura o módulo também lê na tela, na íntegra, sob quais instruções cada agente trabalha.

Isto é recomendação de investimento?

Não, e não é consultoria. O produto confronta e evidencia: ele mostra o que a carta disse, o que a carteira mostra e onde os dois discordam. A decisão é do comitê.

A carta deste mês já chegou. A carteira também.

Aponte a pasta, deixe a conferência rodar e leve para o comitê o confronto pergunta a pergunta, com a evidência dos dois lados.

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