A Synapse não aposta em um único fornecedor de IA. Você define o modelo de cada agente uma única vez e todos os blocos e fluxos herdam essa escolha: precisão onde importa, economia onde não compromete. A recomendação automática de modelos está no roadmap.
A decisão acontece antes da chamada, a partir do que o bloco declara: natureza da tarefa, criticidade, formato de entrada e tamanho do contexto.
O roteamento não é por aplicação: é por bloco. Uma mesma aplicação pode acionar quatro modelos diferentes em uma única execução.
A parte que decide o modelo é a mais visível. O resto é o que faz isso funcionar em produção.
Se o provedor cai, fica lento ou devolve erro, a chamada passa para o próximo modelo compatível. A aplicação não para porque um fornecedor teve incidente.
Cada squad tem orçamento mensal. Ao aproximar do limite, o roteador desce para modelos mais baratos nas tarefas leves e avisa o responsável — em vez de estourar a fatura em silêncio.
Trechos de política, catálogo e prompt de sistema que se repetem em toda chamada não são pagos de novo a cada execução.
Modelo usado, tokens de entrada e saída, latência, custo e o bloco que originou a chamada. É o que permite auditar uma decisão meses depois.
O bloco declara a tarefa, não o fornecedor. Quando um modelo novo entra na plataforma, ele passa a ser candidato nas tarefas compatíveis — sem tocar nas aplicações que já rodam.
Nenhuma chamada autoriza treinamento com os seus dados. Para conteúdo sensível, o roteador pode ser restrito a modelos abertos hospedados no seu ambiente.
Traga três tarefas reais da sua operação. Na demo técnica mostramos qual modelo cada uma acionaria, o custo estimado por execução e como fica o log de auditoria.