Cada fonte vira tabela
Bancos, planilhas e sistemas viram tabelas consultáveis — prontas para consultas, métricas e agentes.
Um PDF e uma planilha não respondem do mesmo jeito, e é por isso que aqui dentro eles seguem por caminhos diferentes: o texto vira trecho com a página à vista e a tabela vira coluna que dá para somar, filtrar e cruzar. Você conecta a fonte, o catálogo se forma sozinho e a pergunta em português vira uma consulta de verdade, que a IA da Bluey monta e deixa à mostra para quem quiser conferir.
O catálogo com a origem de cada tabela, a pergunta que a IA transforma em consulta, o resultado que você confere e a métrica certificada que vale para todos.

Arraste a linha e veja a diferença entre refazer a planilha e simplesmente perguntar.
Um sistema nervoso digital, onde você liga o que a sua empresa já usa por uma conexão pronta, quando ela existe, e pela integração do próprio sistema (API), quando não existe. A ligação vale nos dois sentidos: o Synapse consulta o sistema da empresa, e o sistema da empresa aciona o Synapse, sempre com identificação verificada.
Quando a Bluey responde com um número da sua empresa, ele não saiu de uma busca por semelhança nem de um arquivo que alguém anexou na hora. Saiu daqui.
O módulo Dados conecta as fontes da empresa, deixa qualquer pessoa perguntar em português e devolve o número com a página que o prova — métricas certificadas, permissões e o SQL à vista.
Bancos, planilhas e sistemas viram tabelas consultáveis — prontas para consultas, métricas e agentes.
Do seu jeito, o SQL vem pronto: o Synapse escreve a consulta e a conta sai da tabela, não de um chute.
A resposta vem com a página que a prova: "R$ 480 por noite" — e de onde veio, com um clique.
Um número, uma definição só — métrica certificada, com os sinônimos que a equipe usa.
Salve o resultado como tabela: Pessoal, só você vê; Corporativa, a equipe usa.
Cada fonte e cada tabela com a permissão que já tem: a busca devolve só o que a sua conta alcança.
Cada etapa entrega a próxima: a fonte que você conecta hoje vira tabela no catálogo, consulta em português e métrica certificada depois.
A ligação é sempre uma de duas: uma conexão pronta ou a integração do seu próprio sistema (API). Você escolhe a conta, o que trazer e de quanto em quanto tempo, e cada atualização vira uma tabela que a IA e a sua equipe conseguem consultar.
Documento de texto entra pela leitura e volta como trecho com a página. Planilha entra pela consulta e volta como coluna que se soma. São dois mecanismos diferentes porque são duas perguntas diferentes, e misturar os dois é o que faz um número virar chute.
Você escreve a pergunta como escreveria para um analista, a IA da Bluey monta a consulta e o banco de dados calcula. O resultado vem com tabela e gráfico, e a consulta que rodou fica sempre à vista para você conferir a coluna e o recorte antes de usar o número.
Receita bruta e faturamento costumam ser a mesma coisa dita de dois jeitos, e é aí que duas telas passam a discordar. A métrica certificada guarda a definição uma vez, junto com os sinônimos que a equipe usa, e todo mundo passa a receber o mesmo número.
Nem toda análise é da empresa. O que você sobe e as tabelas que você salva como pessoais no Laboratório ficam num espaço que só você enxerga, e quando a análise amadurece você publica num espaço compartilhado com a equipe.
O Data Lake não começa vazio nem começa por um projeto. Você liga o que a empresa já tem, e cada ligação vira tabela consultável do outro lado.
Em qualquer um dos dois caminhos, a tabela sincronizada é lida e nunca alterada na origem.
Conexão pronta ou a integração do seu sistema (API), com a atualização já agendada na frequência que fizer sentido.
Cada tabela chega com as colunas, as linhas que guarda e o nível de confiança de cada uma.
A IA da Bluey monta a consulta, a tabela devolve o número e a consulta fica à vista para você conferir.
Traga a planilha que mais dá trabalho ou o sistema que ninguém consulta, e a gente olha junto o que eles viram aqui dentro.
O que passa a existir no seu espaço
Não começa por tela de configuração: a primeira conversa é sobre a sua fonte, não sobre a nossa.
Na TVA Bluey, empresa por trás do Synapse, no TECH SC da Globo NSC
Não, e isso é regra, não preferência. A planilha segue como tabela, onde a coluna continua coluna e dá para somar, filtrar e cruzar. Transformar as linhas em texto solto destruiria exatamente isso, então o produto não faz.
Da tabela. Você pergunta em português, a IA da Bluey monta a consulta, o banco de dados calcula e a tela mostra a consulta que rodou para você conferir a coluna somada e o recorte aplicado.
Não. A adoção considera os sistemas que a sua empresa já usa, a conexão disponível para cada um e a frequência de atualização que faz sentido para a fonte.
Ele entra pela integração do próprio sistema (API). A ligação é sempre uma das duas, uma conexão pronta ou a API, com o acesso protegido e a origem só lida, nunca alterada.
Depende de onde você salva. A tabela pessoal fica visível só para você, nem o administrador do espaço de trabalho a enxerga, e a corporativa é publicada num espaço compartilhado com a equipe.
Dá. As transformações filtram, calculam campos, categorizam, juntam conjuntos e agregam por passos, e cada uma deixa a tabela resultante no catálogo, pronta para alimentar métricas, cadernos e a IA.
Partimos de uma pergunta que a sua empresa faz toda semana e seguimos ela até o fim: de onde vem o dado, que trilha ele toma e como o número chega com a consulta à vista.
A proposta considera o escopo da plataforma, o consumo de IA e o apoio à adoção, com a avaliação dos requisitos antes da contratação.

Aponte a primeira fonte, deixe o catálogo se formar e faça a pergunta que hoje custa uma tarde inteira de planilha.
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